O que fazer para quebrar as amarras dos padrões rígidos de "ser"?
Não serei mais prisoneira. Posso amar a quem quiser e escolher. Não é preciso dar continuidade ás relações mentirosas. Nem aos laços familiares que não sustentam nada! Só favorecem relações mentirosas! O amor é muito maior. O amor, constrói-se. Se não houver amor não há família. Família sem amor, é mentira.
Renuncio á família em nome do amor. E, isto, sou eu. Serei julgada por ir contra a esta instituição. Mas, eu não posso não ser eu e fingir que me importo com quem não me importa. Só importa, quem amo. Muitos virão a quem darei importância, e muitos serão os que deixarei de amar.
Não por capricho,
Mas, por buscar.
Posso ser eu, assim, ao máximo? Duvido. Mas serei. Pois depois da vida só existe a morte, onde o eu, não existe. Só posso ser eu, enquanto vivo. Mesmo. É tão óbvio... mas, não é.
CAROL BEZERRA, atriz e cantoraFonte: http://ensaiosobresilencio.blogspot.com/2009_02_01_archive.html
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